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VÍDEO: APÓS ESTUDANTE MORRER, SAAE SINALIZA OBRA E LAMAÇAL NA MAJOR AMARANTE

Instantes depois do jovem Jefferson Bruno Souza Souto, 21 anos, morrer ao passar por um lamaçal criado por uma obra do SAAE na Avenida Major Amarante, um carro da autarquia foi até o local e sinalizou o trecho.

Em um vídeo (assista ao final da matéria), que circula nas redes sociais, um motoqueiro não identificado flagra a ação e cobra satisfação de um funcionário do SAAE, por causa do acidente e da falta de sinalização no local. Um servidor que estava dentro de um carro, até tenta se explicar dizendo que estava dormindo e ligaram para ele ir lá, mas parece que é aconselhado pelo carona e vai embora.

O ACIDENTE
Durante a tarde desta quarta-feira, o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) quebrou o asfalto da Major Amarante e cavou fundo, para tentar controlar um vazamento na tubulação de água que passa pelo local. Porém, como de costume, após o reparo na tubulação, o SAAE apenas compactou a terra e foi embora.

Não foi feita a colocação de piche nem asfalto no local, e por fim nenhuma sinalização foi instalada para os carros, motoqueiros e pedestres.

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Com a chuva o local virou um verdadeiro lamaçal e com diversos buracos, situação que fez o estudante Jefferson perder o controle de sua moto, cair e bater o pescoço numa árvore na avenida.

LEIA: DESSERVIÇO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA MATA ESTUDANTE DE 21 ANOS DO IFRO EM VILHENA

 

CULPOSO
É evidente que nenhum funcionário ou diretor do SAAE tem ou tiveram a intenção de matar alguém, mas é evidente o despreparo no setor de reparos deste tipo, pois são costumeiras as reclamações, de que o SAAE abre os buracos nas ruas de asfalto e até mesmo nas de terra, e não as “tampa” direito.

Em conversa com um funcionário do SAAE, foi revelado que a autarquia abre o asfalto, mas quem tem que tapar é a secretaria de obras, o que geralmente demora dias e até semanas para acontecer. Somente a SEMOSP tem pixe e rejeito para realizar o serviço de reconstrução do local afetado pelo SAAE.

O que se espera, é que se o culpado pela falta de sinalização dessa “obra” e de tantas outras não se demita, que o diretor do SAAE ou o prefeito Eduardo Tsuru, o faça pelo bem público dentro da legislação.

Pois, é evidente a falta de qualificação dessa pessoa ou setor para o serviço. Isso já custou a vida de um jovem, e provavelmente vai custar uma centena de milhares de reais em juízo, que obviamente serão pagos com dinheiro da fatura de água dos vilhenenses.

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